Um editorial do jornal vaticano L'Osservatore Romano, questiona o motivo pelo qual a imprensa em geral ignorou o dossiê da Agência Fides, que documentou, nos dias passados, o assassinato de 37 missionários em 2009."Um número assim tão alto jamais foi alcançado nos últimos dez anos, e a cifra não é definitiva, porque provavelmente outras mortes não tiveram repercussão", destaca o L'Osservatore Romano desta terça-feira, 5, para o qual esta notícia não foi dada com relevo porque contradiz a imagem da Igreja dominante na mídia, ou seja, "de uma estrutura rica e potente, que quer impor suas leis também a quem não se sente parte do mundo católico, uma oligarquia que é incapaz de entender como o mundo mudou".Uma instituição, portanto, antiga e rígida, e não composta por mulheres e homens seriamente engajados em uma missão difícil e muitas vezes perigosa, "tanto é verdade que perdem a vida por causa desta escolha de caridade corajosa", lê-se no editorial assinado pela professora Lucetta Scaraffia, docente de História Contemporânea da Universidade La Sapienza, de Roma."Sem armas, e frequentemente com pouquíssimos meios, os missionários mártires testemunham que outro mundo é possível, um mundo de solidariedade e verdade, de amor gratuito. E isso já é suficiente para torná-los um alvo mortal", destaca o L'Osservatore, citando as histórias dos sacerdotes mortos durante assaltos, porque moram e atuam em regiões violentas, sem proteção."Locais pouco visitados e que poderiam ser definidos abandonados por Deus, mas que os missionários estão presentes para provar que Deus jamais abandona alguém. Esta é a verdadeira Igreja, aquela que não faz notícia", conclui. .:
Leia o editorial completo: "A verdadeira Igreja sobre a qual não falam os jornais"
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
XII Congresso da RCC da Arquidiocese de Porto Alegre

Foi um momento de muita graça para nossa Arquidiocese, o XII Congresso, que foi realizado na Paróquia São José no bairro Sarandi.
O Senhor operou em nós muitos milagres, cura interior e libertações, onde pudemos contemplar sua Glória se manifestando em nosso meio.
Entregamos nossa arquidiocese com seus Vicariatos ao Sagrado Coração de Jesus confiando nossos trabalhos e Grupos de Oração a Jesus que é nosso Senhor.
Momento especial que também pudemos experimentar de cura interior foi durante o lava-pés de todos os Vicariatos, onde o Senhor através do perdão, libertou muitos corações de mágoas e opressões.
Experimentamos também os frutos do Espírito Santo durante o encontro, especialmente a alegria, que era latente com a animação da Irmã Rejane e do Dilon Júnior. O Senhor nos deu a liberdade, caíram todas as cadeias que nos prendiam e nos faziam tristes e abatidos.
Louvamos e agradecemos a Deus por este encontro da família Carismática e por seu amor que se derrama sobre nós.
Deus o abençoe sempre!!
Postado por Renovação Carismática Católica de Porto Alegre às 07:24 0 comentários
O Senhor operou em nós muitos milagres, cura interior e libertações, onde pudemos contemplar sua Glória se manifestando em nosso meio.
Entregamos nossa arquidiocese com seus Vicariatos ao Sagrado Coração de Jesus confiando nossos trabalhos e Grupos de Oração a Jesus que é nosso Senhor.
Momento especial que também pudemos experimentar de cura interior foi durante o lava-pés de todos os Vicariatos, onde o Senhor através do perdão, libertou muitos corações de mágoas e opressões.
Experimentamos também os frutos do Espírito Santo durante o encontro, especialmente a alegria, que era latente com a animação da Irmã Rejane e do Dilon Júnior. O Senhor nos deu a liberdade, caíram todas as cadeias que nos prendiam e nos faziam tristes e abatidos.
Louvamos e agradecemos a Deus por este encontro da família Carismática e por seu amor que se derrama sobre nós.
Deus o abençoe sempre!!
Postado por Renovação Carismática Católica de Porto Alegre às 07:24 0 comentários
Manual prático de combate espiritual
Vivemos em um tempo de muitos conflitos, seja de ordem social, política ou moral. Ouvimos rumores de guerras, terrorismos e todos os tipos de violências em todos os lugares. Porém, nosso maior conflito é de ordem espiritual. Paulo em sua epístola aos Efésios exorta-nos: “pois não é contra homens de carne e sangue que temos que lutar, mas contra os principados e potestades, contra os espíritos dirigentes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal nos ares (Efe 6, 13).
Estamos vivendo sem duvida alguma um Combate Espiritual, ou seja, a luta do espírito contra a carne, a realidade espiritual contra a realidade temporal. Devemos lutar para que à vontade da carne não prevaleça, e sim à vontade do espírito, o maligno, porém, é esperto, sabe como se introduzir no sentido, na imaginação e na libido, através de uma lógica utópica, contudo, não podemos deixar-nos enganar e aceitar as tentações que ele nos apresenta.
Enquanto estivermos neste mundo seremos tentados, “a vida do homem na terra é uma contínua tentação” (Jó 7, 1). Assim como o fogo prova o ferro, a tentação prova o justo, devemos, pois, resisti-las “com orações e súplicas de toda a sorte...”(Efe 6, 18). Nenhum homem está livre de ser tentado, pois já nascemos com inclinações ao pecado: “eis que nasci na culpa, minha mãe concebeu-me no pecado” (Sl 50, 7). Entretanto, temos a certeza que não seremos provados acima de nossas forças, como São Paulo nos assegura em (1 Cor 10, 13).
Para resistir às tentações temos duas opções: fugir das ocasiões de pecado ou resisti-las com orações. Evitar as ocasiões de pecado não basta, é necessário arrancá-las, queimá-las no fogo do Espírito, por isso devemos ter uma vida de oração. Dessa forma, percebemos que uma completa a outra.
A batalha é árdua, ao mesmo tempo em que temos de lutar contra nós mesmo (más inclinações), pois somos fracos de vontade, faz-se necessário lutar contra as potências inimigas, que ao nosso redor ladra como um cão feroz, procurando a quem devorar. Ser vigilantes, nos tempos atuais é de extrema importância: “vigiai, pois, porque não sabeis nem o dia nem a hora” (Mat 25, 13).
Resiste no principio,
Tarde chega o remédio
Se já, por largo tempo,
A mal lançou raízez.
O inimigo nunca chega de uma vez, apresentando-nos uma grande tentação. Ele é astuto, pois sabe que se assim fizer resistiríamos, ele primeiro nos oferece um simples pensamento, depois uma importuna imaginação, logo o desejo, o movimento desordenado, por fim o consentimento da vontade. A Bíblia Amplificada traduz: "Orai em todo tempo - em cada ocasião, em cada época - no espírito, com toda (maneira de) oração e súplica”. Se não vigiamos com orações o inimigo aos poucos vai conquistando o nosso coração até tomar posse de tudo.
Como em uma guerra é importante, conhecer o inimigo, as armas que possuí, quais as formas de ataque que ele utiliza. Neste Combate Espiritual devemos seguir as mesmas regras, as principais formas de ataque de satanás são:
- convencer-nos que ele não existe: engana-se quem acredita que essa tática do maligno é “furada”. Para muitos hoje, o demônio não passa de uma figura mitológica, medieval, folclórico que existiu no passado. Hoje, infelizmente, existem teólogos e exegetas que negam até mesmo os exorcismos de Nosso Senhor. Dos 105 exorcistas franceses, apenas 5 acreditam na existência do demônio, como nos traz o Padre Amorth, no seu livro Exorcismos e Psiquiatras. Algumas citações: (Mat 4, 1.10-11) / (Mac 3, 11) / (Jo 13, 26b-27a).
- vermos demônio em tudo e em todos: este é outro perigo, começamos achar que tudo de ruim que nos acontece é motivado pela sua presença.
- pelo medo: nenhum medo vem de Deus, por isso devemos renunciá-los. Os medos são portas abertas para o inimigo agir em nossas vidas. “O senhor é meu pastor e nada me faltará” (Sl 22, 1).
- Pela culpa, real ou imaginária: o papel de acusador cabe ao demônio (Sl 109,6; Zc 3, 1-2;), (especialmente dos pecados passados), porém não há pecado que Deus não perdoe, “Teus pecados estão perdoados!" (Mc 2,5; Lc 7,48).
- Por nossas emoções (para nos manter voltados para nós mesmos).
- pela mentira, divisão, criar desconfianças, semear desarmonia; deformar, distorcer e aumentar os fatos, de moda a criar um abismo entre os irmãos.
No mundo, Satanás age levando a perdição nas famílias, a desestruturação de governos através da corrupção, da sociedade materialista, da pornografia, do homossexualismo, do adultério, da fornicação e tantas outras formas.
O dia em que o senhor voltará, está próximo, por isso o inimigo tem tentado destruir o plano de Deus (a salvação dos homens) de todas as formas. Será difícil vencer a batalha utilizando pequenas armas, enquanto o inimigo utiliza de canhões. Indubitavelmente a vitória já foi conquistada na Cruz, porém o maligno quer tirar de nós esta vitória, e ele só irá conseguir se nós entregarmos a ele.
É necessário mantê-la conosco, defendendo-nos de seus ataques. “Mas em todas essas coisa somos mais que vencedores pela virtude daquele que nos amou” (Rm 8, 37). Essa defesa se dará com poderosas armas espirituais que Deus nos concede:
O Santo Rosário – Pio XI: “Uma arma poderosíssima para pôr em fuga os demônios .... Ademais, o Rosário de Maria é de grande valor não só para derrotar os que odeiam a Deus e os inimigos da Religião, como também estimula, alimenta e atrai para as nossas almas as virtudes evangélicas” (Encíclica Ingravescentibus malis, de 29 de setembro de 1937).
O Jejum – Diz Santo Atanásio: “Queres saber o que o jejum faz? […] Expulsa os demônios e liberta dos maus pensamentos, alegra a mente e purifica o coração”. (INSTRUMENTUM LABORIS).
A Eucaristia – “ela é o antídoto que nos liberta de nossas faltas cotidianas e nos preserva dos pecados mortais”, é p alimento da alma, união verdadeira com Deus, nela encontramos reconciliação e redenção, "Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente” (Joã 7, 51).
A Palavra de Deus – cada palavra da Bíblia está dotado de poder, Jesus curava pelo poder da palavra, se queremos ser curados, libertos, cheios de Espírito de Deus, devemos ter lê-la.
Extraído do livro: Orações de Combate Espiritual, de Alexandre Borges
Estamos vivendo sem duvida alguma um Combate Espiritual, ou seja, a luta do espírito contra a carne, a realidade espiritual contra a realidade temporal. Devemos lutar para que à vontade da carne não prevaleça, e sim à vontade do espírito, o maligno, porém, é esperto, sabe como se introduzir no sentido, na imaginação e na libido, através de uma lógica utópica, contudo, não podemos deixar-nos enganar e aceitar as tentações que ele nos apresenta.
Enquanto estivermos neste mundo seremos tentados, “a vida do homem na terra é uma contínua tentação” (Jó 7, 1). Assim como o fogo prova o ferro, a tentação prova o justo, devemos, pois, resisti-las “com orações e súplicas de toda a sorte...”(Efe 6, 18). Nenhum homem está livre de ser tentado, pois já nascemos com inclinações ao pecado: “eis que nasci na culpa, minha mãe concebeu-me no pecado” (Sl 50, 7). Entretanto, temos a certeza que não seremos provados acima de nossas forças, como São Paulo nos assegura em (1 Cor 10, 13).
Para resistir às tentações temos duas opções: fugir das ocasiões de pecado ou resisti-las com orações. Evitar as ocasiões de pecado não basta, é necessário arrancá-las, queimá-las no fogo do Espírito, por isso devemos ter uma vida de oração. Dessa forma, percebemos que uma completa a outra.
A batalha é árdua, ao mesmo tempo em que temos de lutar contra nós mesmo (más inclinações), pois somos fracos de vontade, faz-se necessário lutar contra as potências inimigas, que ao nosso redor ladra como um cão feroz, procurando a quem devorar. Ser vigilantes, nos tempos atuais é de extrema importância: “vigiai, pois, porque não sabeis nem o dia nem a hora” (Mat 25, 13).
Resiste no principio,
Tarde chega o remédio
Se já, por largo tempo,
A mal lançou raízez.
O inimigo nunca chega de uma vez, apresentando-nos uma grande tentação. Ele é astuto, pois sabe que se assim fizer resistiríamos, ele primeiro nos oferece um simples pensamento, depois uma importuna imaginação, logo o desejo, o movimento desordenado, por fim o consentimento da vontade. A Bíblia Amplificada traduz: "Orai em todo tempo - em cada ocasião, em cada época - no espírito, com toda (maneira de) oração e súplica”. Se não vigiamos com orações o inimigo aos poucos vai conquistando o nosso coração até tomar posse de tudo.
Como em uma guerra é importante, conhecer o inimigo, as armas que possuí, quais as formas de ataque que ele utiliza. Neste Combate Espiritual devemos seguir as mesmas regras, as principais formas de ataque de satanás são:
- convencer-nos que ele não existe: engana-se quem acredita que essa tática do maligno é “furada”. Para muitos hoje, o demônio não passa de uma figura mitológica, medieval, folclórico que existiu no passado. Hoje, infelizmente, existem teólogos e exegetas que negam até mesmo os exorcismos de Nosso Senhor. Dos 105 exorcistas franceses, apenas 5 acreditam na existência do demônio, como nos traz o Padre Amorth, no seu livro Exorcismos e Psiquiatras. Algumas citações: (Mat 4, 1.10-11) / (Mac 3, 11) / (Jo 13, 26b-27a).
- vermos demônio em tudo e em todos: este é outro perigo, começamos achar que tudo de ruim que nos acontece é motivado pela sua presença.
- pelo medo: nenhum medo vem de Deus, por isso devemos renunciá-los. Os medos são portas abertas para o inimigo agir em nossas vidas. “O senhor é meu pastor e nada me faltará” (Sl 22, 1).
- Pela culpa, real ou imaginária: o papel de acusador cabe ao demônio (Sl 109,6; Zc 3, 1-2;), (especialmente dos pecados passados), porém não há pecado que Deus não perdoe, “Teus pecados estão perdoados!" (Mc 2,5; Lc 7,48).
- Por nossas emoções (para nos manter voltados para nós mesmos).
- pela mentira, divisão, criar desconfianças, semear desarmonia; deformar, distorcer e aumentar os fatos, de moda a criar um abismo entre os irmãos.
No mundo, Satanás age levando a perdição nas famílias, a desestruturação de governos através da corrupção, da sociedade materialista, da pornografia, do homossexualismo, do adultério, da fornicação e tantas outras formas.
O dia em que o senhor voltará, está próximo, por isso o inimigo tem tentado destruir o plano de Deus (a salvação dos homens) de todas as formas. Será difícil vencer a batalha utilizando pequenas armas, enquanto o inimigo utiliza de canhões. Indubitavelmente a vitória já foi conquistada na Cruz, porém o maligno quer tirar de nós esta vitória, e ele só irá conseguir se nós entregarmos a ele.
É necessário mantê-la conosco, defendendo-nos de seus ataques. “Mas em todas essas coisa somos mais que vencedores pela virtude daquele que nos amou” (Rm 8, 37). Essa defesa se dará com poderosas armas espirituais que Deus nos concede:
O Santo Rosário – Pio XI: “Uma arma poderosíssima para pôr em fuga os demônios .... Ademais, o Rosário de Maria é de grande valor não só para derrotar os que odeiam a Deus e os inimigos da Religião, como também estimula, alimenta e atrai para as nossas almas as virtudes evangélicas” (Encíclica Ingravescentibus malis, de 29 de setembro de 1937).
O Jejum – Diz Santo Atanásio: “Queres saber o que o jejum faz? […] Expulsa os demônios e liberta dos maus pensamentos, alegra a mente e purifica o coração”. (INSTRUMENTUM LABORIS).
A Eucaristia – “ela é o antídoto que nos liberta de nossas faltas cotidianas e nos preserva dos pecados mortais”, é p alimento da alma, união verdadeira com Deus, nela encontramos reconciliação e redenção, "Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente” (Joã 7, 51).
A Palavra de Deus – cada palavra da Bíblia está dotado de poder, Jesus curava pelo poder da palavra, se queremos ser curados, libertos, cheios de Espírito de Deus, devemos ter lê-la.
Extraído do livro: Orações de Combate Espiritual, de Alexandre Borges
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
ORAÇÃO EM LÍNGUAS
A oração em línguas é o único carisma voltado para a edificação pessoal
A oração em línguas é um dom do Espírito Santo (1 Cor 12,10). São Paulo faz vária citações sobre esse carisma e sua importância para quem o põe em prática. Vemos o apóstolo delongar-se na instrução aos Coríntios sobre o uso do dom das línguas e na correção aos exageros que por vezes ocorriam; podemos perceber que esse era um dom usado com muita freqüência, um dom muito comum para eles e assim o foi, nos primórdios, para a Igreja.
Contudo, durante muito tempo esse dom ficou esquecido e ate parecia ter desaparecido do seio da Igreja, mas novamente essa forma de oração tem ganhado expressão e é cada vez mais comum a sua prática em meio a Renovação Carismática.
Quantas vezes nos vemos perdidos, sem saber como rezar? Faltam-nos as palavras. Outras vezes começamos a louvar a Deus e não somos capazes de permanecer sequer cinco minutos em Seu louvor. Outras, ainda, sentimos o coração quase sair do peito de tanta vontade de falar com o Senhor, mas toda palavra que nos chega á boca parece ser insuficiente.
É bom saber que não estamos sozinhos, o Espírito mesmo vem em auxilio à nossa fraqueza.
Porque não sabemos o que devemos pedir nem orar como convém, Ele mesmo se dispõe a orar em nós. Trata-se do próprio Deus, que habita em nossos corações, templos Seus, a orar em nós. Diz a Sagrada Escritura que Ele o faz com gemidos inefáveis, se maneira que a inteligência humana é incapaz de entender.
São gemidos, sílabas que se combinam de maneira inteligível, mas de grande significância. É Deus que, sendo Pai e conhecendo o nosso coração, quer nos levar a uma oração profunda.
Aquele que ora em línguas não diz coisas que a inteligência humana seja capaz de compreender; a sua oração brota do seu coração, do seu espírito, rumo ao coração de Deus; ninguém o compreende, nem mesmo ele próprio, porque diz coisas misteriosas sob a ação do Espírito Santo. Há aqui um obstáculo para as pessoas que racionalizam tudo em demasia. Essa oração é uma humilhação para a inteligência... Quantas pessoas ao orar em línguas perguntam a si mesmas se não estão fazendo papel de estúpidas, até mesmo se sentem ridículas por consentir em iniciar tal forma de oração. Contraditório seria entendê-la quando a Sagrada Escritura diz que não é possível fazê-lo.
Há muitos que dizem não querer saber de dons, que a caridade lhes basta, como se esta se contrapusesse aos carismas e vice-versa. O Espírito Santo nos ensina: “Empenhai-vos em procurar a caridade. Aspirai igualmente os dons espirituais...” Devemos aspirar à caridade na mesma intensidade, da mesma forma e profundidade que os dons espirituais ( que acabam por ser uma operação da própria caridade).
Felizes são aqueles que se ariscam e se aventuram, mesmo quando os sentimentos contrariam a intenção de se lançar nessa maravilhosa experiência, já que aquele que assim reza edifica-se a si mesmo. Todos os outros carismas são para as outras pessoas; a oração em línguas é o único carisma voltado para a edificação pessoal. Convém não desperdiçar. Extraido do livro: "Quando só Deus é a resposta"
A oração em línguas é um dom do Espírito Santo (1 Cor 12,10). São Paulo faz vária citações sobre esse carisma e sua importância para quem o põe em prática. Vemos o apóstolo delongar-se na instrução aos Coríntios sobre o uso do dom das línguas e na correção aos exageros que por vezes ocorriam; podemos perceber que esse era um dom usado com muita freqüência, um dom muito comum para eles e assim o foi, nos primórdios, para a Igreja.
Contudo, durante muito tempo esse dom ficou esquecido e ate parecia ter desaparecido do seio da Igreja, mas novamente essa forma de oração tem ganhado expressão e é cada vez mais comum a sua prática em meio a Renovação Carismática.
Quantas vezes nos vemos perdidos, sem saber como rezar? Faltam-nos as palavras. Outras vezes começamos a louvar a Deus e não somos capazes de permanecer sequer cinco minutos em Seu louvor. Outras, ainda, sentimos o coração quase sair do peito de tanta vontade de falar com o Senhor, mas toda palavra que nos chega á boca parece ser insuficiente.
É bom saber que não estamos sozinhos, o Espírito mesmo vem em auxilio à nossa fraqueza.
Porque não sabemos o que devemos pedir nem orar como convém, Ele mesmo se dispõe a orar em nós. Trata-se do próprio Deus, que habita em nossos corações, templos Seus, a orar em nós. Diz a Sagrada Escritura que Ele o faz com gemidos inefáveis, se maneira que a inteligência humana é incapaz de entender.
São gemidos, sílabas que se combinam de maneira inteligível, mas de grande significância. É Deus que, sendo Pai e conhecendo o nosso coração, quer nos levar a uma oração profunda.
Aquele que ora em línguas não diz coisas que a inteligência humana seja capaz de compreender; a sua oração brota do seu coração, do seu espírito, rumo ao coração de Deus; ninguém o compreende, nem mesmo ele próprio, porque diz coisas misteriosas sob a ação do Espírito Santo. Há aqui um obstáculo para as pessoas que racionalizam tudo em demasia. Essa oração é uma humilhação para a inteligência... Quantas pessoas ao orar em línguas perguntam a si mesmas se não estão fazendo papel de estúpidas, até mesmo se sentem ridículas por consentir em iniciar tal forma de oração. Contraditório seria entendê-la quando a Sagrada Escritura diz que não é possível fazê-lo.
Há muitos que dizem não querer saber de dons, que a caridade lhes basta, como se esta se contrapusesse aos carismas e vice-versa. O Espírito Santo nos ensina: “Empenhai-vos em procurar a caridade. Aspirai igualmente os dons espirituais...” Devemos aspirar à caridade na mesma intensidade, da mesma forma e profundidade que os dons espirituais ( que acabam por ser uma operação da própria caridade).
Felizes são aqueles que se ariscam e se aventuram, mesmo quando os sentimentos contrariam a intenção de se lançar nessa maravilhosa experiência, já que aquele que assim reza edifica-se a si mesmo. Todos os outros carismas são para as outras pessoas; a oração em línguas é o único carisma voltado para a edificação pessoal. Convém não desperdiçar. Extraido do livro: "Quando só Deus é a resposta"
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Padre Rufus explica a cura entre gerações
Temos vivido um intenso COMBATE ESPIRITUAL, pois o poder das trevas tenta destruir nossas vidas e nossas famílias com brigas, vícios, adúltérios, doenças...Como nos diz a palavra: "o combate não é contra a carne ou o sangue, mas contra as forças espirituais do mal espalhadas pelos ares". Orar por cura entre gerações é um eficaz meio de fechar as brechas para o Mal, em nossa página especial, você verá um vídeo em que Padre Rufus explica a cura entre as gerações e uma sessão de perguntas e respostas sobre combate espiritual. Você também pode enviar seu pedido de oração ou fazer sua pergunta para nós:
www.portalcarismatico.com.br/combate
www.portalcarismatico.com.br/combate
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Vote a favor do ensino religioso
Agora que foi aprovado na Câmara o acordo assinado entre a Santa Sé e o Brasil onde também se retoma a importância do Ensino Religioso nas escolas, o próximo passo é a votação no Senado. Se ganharmos ali, será mais uma vitória importante da evangelização dos nossos jovens e crianças. Com isso, certamente não serão poucas as tentativas de colocar a opinião pública contra esse acordo.
Em agosto já houve aquela enquete do Correio Braziliense onde os votos eram pelo celular - e nós conseguimos uma virada nos números para 70% a nosso favor; agora, no site da Agência Senado, há uma enquete questionando a opinião do internauta sobre o Ensino Religioso facultativo nas escolas. Depois de ter estado quase meio a meio, o resultado até agora está em lenta reação favorável. mas se nós nos unirmos novamente podemos fazer a diferença ficar bem mais significativa. Vamos participar mais uma vez, votando e divulgando para os nossos contatos que também acreditam na importancia da formação religiosa da nossa juventude?
Mas atenção: o que está sendo perguntado não é se o Ensino Religioso deve ser facultativo ou obrigatório, e sim se deve haver o Ensino Religioso facultativo ou não haver ensino religioso nenhum. Portanto, se queremos que o Ensino Religioso continue sendo oferecido nas escolas pelo menos como facultativo ao aluno, devemos votar SIM.
Acesse: www.senado.gov.br/agencia e vote a favor.
Em agosto já houve aquela enquete do Correio Braziliense onde os votos eram pelo celular - e nós conseguimos uma virada nos números para 70% a nosso favor; agora, no site da Agência Senado, há uma enquete questionando a opinião do internauta sobre o Ensino Religioso facultativo nas escolas. Depois de ter estado quase meio a meio, o resultado até agora está em lenta reação favorável. mas se nós nos unirmos novamente podemos fazer a diferença ficar bem mais significativa. Vamos participar mais uma vez, votando e divulgando para os nossos contatos que também acreditam na importancia da formação religiosa da nossa juventude?
Mas atenção: o que está sendo perguntado não é se o Ensino Religioso deve ser facultativo ou obrigatório, e sim se deve haver o Ensino Religioso facultativo ou não haver ensino religioso nenhum. Portanto, se queremos que o Ensino Religioso continue sendo oferecido nas escolas pelo menos como facultativo ao aluno, devemos votar SIM.
Acesse: www.senado.gov.br/agencia e vote a favor.
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